Nelo Kayakmaran
A KayakadaÓpancada de 2009
A vida pessoal e profissional neste ano de 2009 não tem proporcionado as idas para águas desejadas. Já decorreram alguns passeios que gostaria de ter participado, mas infelizmente tive que ficar a seco. Apesar das diversas circunstâncias ainda não houve mês que não molhasse os botes. Em Janeiro fiz sozinho um passeio na Barragem de Fonte de Serne e outro na Lagoa de Albufeira com os Amigos da Pagaia. Em Fevereiro uma ida á Lagoa de Santo André, que para além de um bom passeio deu também para umas excelentes fotos. Em Março, nova ida á Lagoa de Santo André acompanhado com quatro Amigos da Pagaia, com os quais fizemos depois uma grelhada no monte alentejano.
Ainda em Março, decorreu em Évora o 3º Encontro Nacional dos Ceederados, onde o número de amigos com Kia Cee´d aumentou bastante relativamente aos outros encontros e foi mais um dia muito bem passado com velhos e novos amigos ceederados.
O Motocross também não foi esquecido e já fiz três passeios este ano, sempre aqui por perto nos montes alentejanos. Em Abril, apenas uma ida á Barragem do Morgavel, para relaxar e fotografar. Até agora tem sido um ano fraco e com poucas pagaiadelas, tenho que inverter a coisa. No dia 1 de Maio comecei a investir num novo projecto e lá fui fazer mais uma aquisição de um K1 de competição. Apesar de ir comprar apenas um kayak, acabei por trazer dois (um Nelo USA e um Sipre USA ligeiros), ambos pela exorbitante quantia de 50€. O estado dos botes não é lá muito bom e darão muito trabalho para os deixar como novos, mas não é nada que não se faça, haja tempo e mais uns € para investir nos diversos materiais necessários. Este projecto já existe em mente á mais de um ano, mas tem sido adiado devido a outras coisas mais importantes, mas finalmente vou-me lançar a fazer o meu catamaran especial. Cada um de nós tem as suas pancadas e a minha última relacionada com a canoagem passa por fazer um catamaran utilizando dois kayaks de competição. O Nelo Factor 3 já cá estava no monte, já tendo sofrido á uns tempos transformações para permitir o turismo (já por aqui documentadas). Agora o Nelo USA também sofrerá algumas alterações para se assemelhar ao outro nélito e formarem o par. O projecto decorrerá em várias fases, onde começarei pela transformação do K1, que passará por lixar todo o casco, fibrar algumas zonas, fazer uma divisória traseira, bóia insuflável á frente, fazer o apoio para um banco novo e confortável, tampa de carga, elásticos de carga, fazer um poisa pés novo, pintura e algumas coisitas mais. O mesmo género de trabalho será feito no Sipre USA, que ficará para uma utilização individual em passeios de um dia e para dispor de mais um bote para os amigos. A segunda fase será a de trabalhar as duas uniões entre os kayaks, que serão amovíveis para facilitar o transporte e permitir também que naveguem isoladamente. A terceira fase será pôr o(s) bote(s) na água e avaliar o resultado final. Fantasio que a coisa vai andar depressa devido á linha dos cascos que os K1 de competição têm e também ao seu baixo peso. Uma coisa é certa, não se vão voltar facilmente como acontece quando estão separados. Depois verei se vou comprar dois remos ou fazê-los eu mesmo. Para vos dar uma ideia, será uma coisa parecida com a foto seguinte, mas com kayaks de competição.
A quarta fase será a construção e fixação de uma vela para o catamaran, pois as energias renováveis estão na moda e eu sempre gostei de velejar (será a terceira vela que vou fazer, mas esta será bem grande em relação ás outras). Poderei ainda acrescentar uma quinta fase, que será a construção de uma base entre os kayaks (suportada pelas uniões) para levar uma criança ou carga e ou simplesmente lá nos deitar-mos ao sol. Tal ideia só verá a luz do dia após a confirmação das qualidades de navegação do catamaran. Agora que os botes já estão no estaleiro prontos para as modificações, chegou a altura de começar a comprar os materiais necessários para concretizar o projecto “catamaran alentejanoÓlisboeta” LoL. Tal como fiz com o Nelo Factor 3, irei documentando as várias fases para depois as partilhar convosco, a ver se mais alguém terá também a pancada de ter um K2 diferente do habitual. Bons passeios e melhores Pagaiadas.
Passeio na Lagoa de Albufeira
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RIO TEJO (Parte 2) A Descida
Foi um cedo erguer e ainda de noite lá parti do profundo Alentejo em direcção à Barragem do Fratel, local de encontro das três almas que se propuseram a descer o Tejo. Entre o reconhecimento e a descida, foram encetadas várias conversações em relação aos planos e embora fosse decidido aumentar a coisa para cinco dias, decidimos que depois de lá estarmos logo se via os pormenores.
Há uns tempinhos que não via o nascer do sol, mas a longa viagem deu para saborear o raiar do dia com diferentes paisagens. Á hora marcada lá estavam eles, prontos para irem para dentro de água, ainda sob um ligeiro nevoeiro com tendência a desaparecer.
A 1ª decisão in loco foi descer desde o paredão de Cedillo até ao do Fratel, onde deixamos dois carros e partimos noutro. A chegada ao Fratel foi rápida graças a uma veloz SW que carregava os 3 kayaks e equipamentos, o local de partida foi o planeado, com um fácil acesso á água. Na entrada cuscamos logo todo o paredão, conscientes que se os espanhóis abrissem aquela coisa estávamos feitos, mas deu para tocar no cimento e vaguear por entre o mesmo sem stress. Entre montanhas lá partimos a um ritmo calmo, também para nos apercebermos da velocidade de cada kayak e respectivo remador e pouco tempo depois já tínhamos avaliado como iria ser, a paisagem era agradável e alta, densa vegetação sem viva alma, um paraíso só para nossa delícia. A galhofa e diversão começou e prolongou-se pelos dias seguintes. A primeira paragem foi feita
O dorminhoco de serviço quando acordou em lugar da respectiva pagaia encontrou um remo de madeira, jeitoso por sinal embora algo pesado, fruto de partida brincalhona de dois sem sono, após procura infrutífera lá lhe foi dada a original, recusando o novo dono a pertença do novo remo, que por lá ficou para futura brincadeira.
Como nos atrasamos na refeição e na soneca, lá tivemos que dar ao braço para não chegar á noite. Foi altura de cada um imprimir o seu ritmo e avaliarmos as diferenças de andamento, tínhamos uma lebre de fibra, um coelho de fibra e um coelho de plástico, ou seja dava um três em linha, todos com velocidades diferentes, embora grande parte do tempo andássemos juntos momentos houve em que o três em linha fez-se notar, havendo sempre lugar a reagrupamento. Ainda a uns
A partida no segundo dia não foi a horas muito recomendáveis e ainda tivemos que conduzir até ao Fratel, embora a partida estivesse planeada para ser na Amieira do Tejo, um dos elementos teimava que o local tinha fácil acesso, fizemos-lhe a vontade e fomos ver. Era uma encosta bem acentuada, ainda por cima cheia de calhaus, mas mesmo assim fomos até lá ao fundo (sem kayaks) para avaliar a coisa, ou seja algo impróprio para descer com os botes. Uma vez lá no fundo e em vez de regressar pelo caminho mais acessível, fui desafiado para uma escalada por entre a ravina de pedras, não resisti e o dia começou com uma escalada de pés e mãos e no fim não havia frio nenhum, antes um calor intenso provocado por aquela íngreme subida, foi a 1ª aventura do dia.
Posto isto, rumamos à Amieira para a entrada na água planeada, local de facílimo acesso e de plena beleza. Da Amieira partimos em direcção ao paredão do Fratel, aqui mudamos o nome deste passeio, pois estávamos a subir o Tejo e não a descer. A paisagem é muito mais agradável e bonita do que a do 1º dia. Chegados ao paredão lá tivemos que tocar no cimento, acho que ansiamos que eles abram as comportas para nos ajudar a vir por aí a baixo, mas mais uma vez não aconteceu e após por ali circularmos e fotografarmos iniciamos novamente a descida. Ainda fomos explorar um braço de um riacho, com uma beleza verdejante, mas este caminho revelou-se tortuoso e quem lá deixou um bocado na rocha foi o homem destemido do plástico, ficando o topo da rocha plastificada. Chegados à Amieira paramos para o almoço, local com mesas, fonte e de excelente paisagem, como o almoço era de refeição quente, quem não aderiu á moda toca de dormitar ao sol novamente. Mais uma vez uma refeição demorada que depois do atraso já ganho pela manhã iria impedir uma chegada ao paredão de Belver diurna. Logo na partida deparámo-nos com o primeiro açude navegável e com corrente, um pequeno rápido que exigia uma escolha de caminho para os fibrados, mas que foi bom de se fazer e ultrapassado sem riscos. A paisagem é muito agradável e mais diversificada e bonita do que no dia anterior, deu para ver por algumas vezes lontras e até um casal de lontras que brincavam destemidos na margem a poucos metros de nós. Há passagem pelo Castelo de Belver o dia começava a escurecer e como não tínhamos faróis tivemos que dar ao braço, o que já não evitou chegarmos de noite, afinal sempre fizemos uma nocturna. O vento não nos favoreceu e o frio fez-se sentir ao final do dia e entramos pela areia a dentro da praia fluvial de Ortiga num breu nocturno com um frio de rachar. Faltavam-nos ainda duas viagens, ir buscar o carro à Amieira do Tejo e colocar outro em Constância e regressar para a dormida
Já com algum cansaço, esta gente deixou-se dormir pela manhã e a partida de Belver foi quase ás 11 da manhã, horários era coisa que não se estava minimamente a cumprir, mas teríamos que estar ás 17.30 H. em Constância no Posto de Turismo para nos abrirem o Parque de Campismo ou então dormiríamos na rua, sem banhinho quente e sem outros confortos. Lá entramos na água, um frio de rachar, a chuva a cair, um vento terrível de proa e a corrente que aqui deveria existir (pois não havia mais barragens pela frente) pura e simplesmente não existia, ou a senti-la era a andar para trás. Enfim tivemos um dia terrível, nada agradável, sempre molhados e com frio. Esta parte do Rio foi a que apesar de tudo mais gostei, quer pela beleza da passagem, quer pelo rio se apresentar mais estreito, quer pelos muitos açudes que passamos a navegar ou a pé, infelizmente o mau tempo e o tempo contado ao segundo não deram para apreciar devidamente a beleza, as paragens quase não existiram e foi um percurso sempre em esforço e ao ritmo máximo. As distâncias entre nós iam aumentando e passamos quase todo o percurso os três em linha, havendo reagrupamentos nalguns açudes, bem como umas ultrapassagens, esta é uma parte adequada aos kayaks de plástico devido aos muitos açudes e pedras, exigindo mais atenção aos pilotos de fibras, mais passagens á mão, mais paragens para ver se não tinham partido com as pancadas, demorar mais para escolher os caminhos, enfim os fibrados ganharam mais uns valentes riscos mas nada que comprometesse a fiabilidade e navegabilidade das grandes máquinas, a determinada altura já nem me importei muito com a fibra, era pagaiar e siga.
Mas até o de plástico sofreu uns bons lanhos, quando começou estava como novo, quando terminou já lhe faltavam uns bons bocados, mas que se portou muito bem portou, até o açude do Pego desceu, excelente barco e com bom piloto náutico, que embora tenha ficado parado em cima de uma pedra a meio do açude com uns bons saltos de rabo acabou por o descer. Aí a fibra teve que ir á mão, ou teriam lá ficado de vez. O Almoço foi feito tardiamente em Abrantes, na praia local debaixo do chão dos restaurantes ali situados e que bom abrigo, pois chovia desalmadamente e o vento enregelava todos os ossos, mesmo assim não se perdeu o hábito da refeição quente, mas hoje sem soneca e sem percas de tempo. A parte do percurso que mais gostei foi esta, desde Belver até Abrantes. O Açude de Abrantes tinha as comportas todas abertas e a altura era agora bem maior do que a vista de cima aquando do reconhecimento, portanto só restou sofrer mais um pouco e carregarmos os kayaks á mão para a transposição. O atraso matinal, o terrível tempo (ou tempestade) e os muitos açudes fizeram-nos perder muito tempo e estávamos muito atrasados para chegar a Constância, portanto os fibrados resolveram pagaiar e dar gás para chegarem á chave que nos daria um banho quente, ficando o plástico para trás mas sempre á vista. Nesta parte o rio apresenta muitas zonas baixas onde tem que se navegar com cuidado pois embora haja muitas zonas de areia, existem também muitas de pedra. As margens são baixas com muitos locais agradáveis para paragens, infelizmente não as podíamos fazer, bem como as fotografias que foram deixadas de tirar pois as máquinas não aguentariam a chuva. Com esforço de braços e já cansados lá chegámos ao posto de turismo ás 17.31 H., altura em que as funcionárias já estavam de saída, foi por um triz, mas conseguimos garantir o banho quente e o quarto para dormir. Entretanto lá chegou o homem do plástico, mais descansado mas molhado. Nesta parte do rio quero realçar uma corrente de água que desci, que era forte e exigiu destreza de braços para não me enfiar contra um calhau e que nestas manobras tive o prazer de me confrontar com duas lontras que subiam o rio e que passaram a uns
Chegados ao Parque de Constância, tivemos que voltar a Ortiga para ir buscar os outros dois carros. Depois deste terrível dia o banho quente soube mesmo bem, bem nem para todos, pois houve um que não tomou pois a água ficou fria, uma torneira pifou e não se conseguia fechar, estávamos em dia negro. Como o parque estava por nossa conta desenrascamo-nos fechamos a torneira de segurança e demos traulitada na maldita torneira até ela fechar de vez. Com tanta peripécia já não havia paciência para cozinhar e fomo-nos deliciar com um bom jantar num restaurante local, enfim descanso, comida e muita conversa. Regressados ao parque fomos brincar com um atrelado cheio de kayaks, mas a coisa correu mal, quem é que depois segurava o atrelado no sítio, enfim uma cambada de doidos lol, decididamente não foi o nosso melhor dia. O cansaço era tanto que montar tendas estava fora de questão, dormir nos carros não dava jeito com tanta tralha por lá, a melhor opção foi dormirmos todos no WC multiusos. Pois foi, literalmente acampamos lá dentro, só lá faltou guardar os kayaks, pois até mesa e cadeiras tínhamos para o pequeno almoço, quartos individuais e aquecimento central de chuveiro (pois voltou a água quente). As indicações que os locais nos deram é que no dia seguinte o tempo estaria igual (tempestade) e começamos a pôr a hipótese de abortar a operação, pois não tínhamos ido para ali para sofrer, mas para nos divertirmos e pagaiar. Fomos dormir com a ideia amanhã se vê. No dia seguinte ninguém acordou cedo, tudo ferrado e com algum cansaço acumulado. O tempo até estava calmo e sem chuva, mas depois de um longo e bom pequeno almoço cancelamos o resto da descida, para continuá-la quando o tempo estivesse melhor. Realmente esta data não foi a melhor para este percurso, mas como metemos na cabeça que tinha que ser este ano e somos teimosos, foi a data possível. Ainda se foi até ao Castelo do Almourol, a Vila Nova da Barquinha em passeio e depois fomos almoçar a Valada, de onde seguimos para casa. Foram dias muito bem passados (apesar do mau tempo), bom companheirismo, boa diversão, belas e agora conhecidas paisagens e muitas mais peripécias que por aqui nem mencionei nesta já muito longa descrição, enfim vamos lá voltar no futuro e fazer a descida do inicio ao fim, será a 3ª Parte, mas com bom tempo.
SoulWater
RIO TEJO ( Parte 1) Reconhecimento
Como já mencionei fui picado para participar numa autonomia no Rio Tejo, com entrada no paredão da Barragem Espanhola de Cedillo e com o final em Alverca, um percurso de Foi o que combinamos para dia 9 de Novembro, ás 6.50 da manhã já estava em Alverca para me juntar ao Nuno e começar o reconhecimento. Começamos pelo fim e fomos ver a rampa prevista para a chegada, em Alverca junto ao clube náutico local. Um bom local com saída facilitada pela rampa de cimento e sem lodo.
Metemo-nos á estrada sem cumprir limites de velocidade pois um único dia seria curto para vermos todos os locais importantes a reconhecer. A 1ª paragem foi feita no paredão da Barragem do Fratel, eram quase 9.00 horas e ainda se fazia sentir um nevoeiro denso e um frio de rachar.
Junto do paredão resolvemos chamar um dos funcionários da barragem e pedir-lhe algumas dicas. Ficámos logo com a indicação da saída antes do paredão e como voltar a entrar logo após o mesmo. A saída seria muito fácil pois existe uma rampa uns
Arrancamos em direcção à Barragem de Cedillo, lá chegados encontramos logo uma estrada de terra á esquerda que nos leva ao fundo do paredão, onde a entrada na água se faz facilmente. Tiradas umas fotos do local, subimos e fomos ver a barragem já
Uma residente que por ali estava pegou á conversa e disse-nos que um dos seus maiores sonhos seria descer o Tejo todo de canoa, ao ver aquele olhar e ao sentir aquele desejo quase que tive tentado a convidá-la a vir connosco, era uma mulher que aparentava uns sessenta anos, mas ainda cheia de genica e de vida. Afinal o gosto por andar na água alcança imensas gerações neste país, mesmo aquelas que nunca experimentaram a canoagem. Toca de pormo-nos á estrada e conduzir ao longo do rio em direcção a Abrantes, onde ainda antes fizemos algumas paragens para observar o rio e tirar mais umas fotos. Junto à Central do Pego existe ainda um açude de pedra, que teremos que transpor pelas mesmas, pois as margens não permitem a passagem, mas nada que não se faça na boa. Chegados a Abrantes fomos até junto do açude insuflável para estudar a passagem do mesmo, uma das zonas estava aberta e a água corria livremente, pela altura do açude (cerca de um metro a metro e meio) daria para saltar com os kayaks, mas não deu para perceber se é fundo ou não após o salto, caso não queiramos arriscar no salto, o açude passa-se muito bem pela margem direita, saindo e andando um
Conhecido o percurso até aqui seguimos para Constância, onde fomos ver o parque de campismo e o local de saída da água junto ao mesmo. Aqui teremos que entrar uns 800mt adentro do Rio Zêzere para atracar, sendo a saída fácil e o parque perto. Mais estrada, agora em direcção ao Castelo do Almourol para ver aquela bela paisagem e tirar umas fotos do imponente castelo. Outra vez para a estrada agora em direcção a Alverca. Não parámos em Santarém, pois o ponto de pernoita nesta zona já tinha sido definido no Google Earth e não há estradas para lá chegar. Durante toda esta longa e movimentada viagem, conversamos imenso sobre o passeio e formas de o fazer e sobre muitos outros assuntos, dando para aprofundarmos ainda mais a nossa recente amizade. Depois ainda tive que fazer mais uns bons km para chegar a casa no Alentejo. A partir daqui temos acertado pormenores pelo telefone e a aventura está quase aí à porta para nossa delícia.Depois farei aqui a descrição desta aventura, com um bom complemento fotográfico, pois a paisagem já vista é muito bonita e ainda há mais beleza para descobrir e pagaiar.





